Fundos imobiliários são donos da maior parcela de edifícios de alto padrão em SP e RJ; entenda – Money Times

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O eixo SP-RJ, os FIIs detêm de 25% dos atuais 6,72 milhões de metros quadrados de área locável do segmento (Imagem: Getty Images/ Canva Pro)

Atualmente, os fundos de investimentos imobiliários negociados na B3 possuem grande parte dos edifícios de alto padrão nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Considerando o eixo SP-RJ, os FII detêm de 25% dos atuais 6,72 milhões de metros quadrados de área locável do segmento.

Segundo o levantamento realizado pela Newmark, consultoria do setor imobiliário, as demais áreas locáveis de ambas as cidades pertencem também aos investidores internacionais, com uma fatia de 18% e, em seguida, estão as incorporadoras, com 13%, cerca de 870 mil metros quadrados.

O número tem aumentado ano a ano devido à popularização do mercado. Nos últimos cinco anos, a consultoria calculou que a área locável pertencente aos fundos cresceu 32%, com a ajuda de uma captação de R$ 200 bilhões.

Ricardo Penna, líder da área de Transações e Investimentos Imobiliários da Newmark, disse à Reuters que os períodos de maior crescimento na participação dos FIIs coincidiram com um ambiente de baixa taxa de juros, que tende a trazer ainda mais os fundos para o radar de investidores.

No entanto, vale lembrar que na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) o ciclo de cortes na taxa Selic foi interrompido, ficando no patamar de 10,50%.

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Fundos de lajes corporativas: alerta ou oportunidade?

O setor de lajes corporativas tem apresentado a pior performance entre os fundos imobiliários este ano, repetindo a dose de 2023, quando ficou abaixo do Índice de Fundos Imobiliários (EU REPARO). Essa queda é reflexo do momento macroeconômico e do próprio setor imobiliário.

No entanto, Guilherme Politi, gestor do fundo JS Imóveis (JSRE11), disse durante participação em evento recentemente que para os próximos trimestres será observada uma redução na vacância, principalmente na cidade de São Paulo.

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“Agora é um momento ótimo para laje corporativa porque o risco da pandemia, do escritório em casa já foi. Tem demanda e acredito ser o melhor setor hoje para se alocar”, disse durante a sua participação no 2º Encontro de Encontro de FIIs, realizado pela Fincare Investimentos.

Com esse avanço um pouco mais devagar os especialistas da área avaliam que muitos dos FII de laje corporativas estão descontados e seguem como teses de ganho de capital, além de dividendos com um premio em relação a NTNB.

*Com informações da Reuters

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua há 3 anos na redação e produção de conteúdos digitais no mercado financeiro. Anteriormente, trabalhou com produção audiovisual, o que a faz querer juntar suas experiências por onde for.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua há 3 anos na redação e produção de conteúdos digitais no mercado financeiro. Anteriormente, trabalhou com produção audiovisual, o que a faz querer juntar suas experiências por onde for.

 

Qual é o caminho da liberdade para a independência financeira?

Uma vez que você se entende como financeiramente livre, é hora de pensar no seu caminho até a independência financeira.

Inicialmente, é preciso compreender que esse percurso está diretamente ligado ao seu perfil de investidor.

Ao estabelecer uma rotina de aportes constantes em bons investimentos visando, no futuro, a renda passiva, a sua jornada de investidor consistirá em três fases principais:

  1. Fase de acumulação: nesse momento, suas reservas são pequenas ou inexistentes. Aqui, o intuito é acumular recursos. Normalmente, nessa fase, os investidores, ainda jovens, devem buscar a diversificação e têm maior tolerância ao risco e seus investimentos, mesmo que visem o longo prazo.
  2. Fase da multiplicação: com algum bom volume de patrimônio acumulado, o investidor está no momento de multiplicá-lo para ganhar corpo ao mesmo tempo em que pensa em estratégias de como preservar o que foi guardado até então.
  3. Fase da preservação e fruição: com o objetivo estabelecido para a renda passiva alcançado, é hora de o investidor trabalhar exclusivamente nas formas de proteger, manter e desfrutar do seu patrimônio e portfólio de investimentos.

Para terminar, veja uma ótima dica que vai ter ajudar a compreender melhor sobre conquistar a sua liberdade financeira.

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